Desfile Daspu

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Desfile Daspu – A marca acabou se tornando um dispositivo cultural que dialoga com as questões relacionadas ao corpo no embate com a sexualidade, gênero, a cidade e a prostituição. Os desfiles são provocações que se apropriam da irreverência e do humor do movimento de prostitutas como uma forma de lutar contra o estigma e o preconceito social. A coleção foi desenvolvida em parceria com o estilista Ale Marques e Marcita Guarani Kaiowá da marca de lingeries À dor amores. As peças trazem elementos e referências das “zonas de promiscuidade”, em que os gêneros são muitos e nas zonas de promiscuidade eles se reinventam na medida em que traçam novas linhas de passagem à deriva de um lugar “sabido” para o prazer e o sexo, segundo a coordenadora da marca Elaine Bortolanza. A coleção de camisetas, lançadas em junho de 2015 na Virada Cultural de São Paulo, trazem desenhos de Laerte, inspirados nos corpos sem gênero definido que se reinventam na relação com a cidade. A nova camiseta lançada agora em setembro no AWID Fórum Internacional também estará na passarela. A estampa traz a frase “A profissão é a prostituição mais antiga do mundo”. Trilha ao vivo com a banda As Bahias e a Cozinha Mineira.

Daspu volta este ano a desfilar na Praça Roosevelt em parceria com o teatro Satyros dentro da programação da Satyrianas que homenageia nesta edição a atriz Phedra de Córdoba. Uma passarela será ativada com prostitutas, travestis, transexuais e atores com objetivo de dar visibilidade para a luta política das prostitutas que ainda é extremamente silenciada e invisível. As atrizes trans Leona Johvs e Glamour Garcia, a cantora rap Danna Lisboa, além das putas ativistas Amara Moira e Betania Santos ocuparão a passarela com atores do Satyros e trans e travestis do Projeto Florescer. Haverá também no desfile uma performance em homenagem a madrinha das prostitutas Elke Maravilha, que desde a criação da marca se juntou  nesta batalha pelos direitos das prostitutas. A trilha do desfile será ao vivo com a banda As Bahias e a Cozinha Mineira. A passarela instalação “Tecidos vivos peles em transa” foi criada pelas artistas Daniela Pinheiro, Patricia Camelatto e Mariana Farcetta do coletivo de arte Kinguio CasaArtStudio.

 A coleção criada em parceria com os estilistas Ale Marques colaborador de resíduo têxtil para o estúdio sem nome da marca Fernanda Yamamoto e Marcita estilista da À dor amores e Tropicalwear trazem elementos e referências das “zonas de promiscuidade”, em que os gêneros sao muitos e nas zonas de promiscuidade eles se reinventam na medida em que traçam novas linhas de passagem à deriva de um lugar “sabido” para o prazer e o sexo. Esta coleção traz ainda estampas da marca com Laerte lançada em junho de 2015 na Virada Cultural de São Paulo. A nova coleção de camisetas com a frase “A profissão é a prostituição mais antiga do mundo” também estará na passarela.

 Ficha Técnica:

Coordenação e produção: Elaine Bortolanza

Estilistas: Ale Marques e Marcita Amores

Colaboradores da nova coleção: Resíduos e tecidos do Estúdio sem nome da marca Fernanda Yamamoto e Carol Ricca artista visual.

Trilha do desfile: As Bahias e a Cozinha Mineira

Luz: Beto Magnani

Passarela instalação: Daniela Pinheiro, Patricia Camelatto e Mariana Farcetta do coletivo de arte Kinguio CasaArtStudio

Maquiagem: Robson Oliveira e produtos MAC Cosmetics

Cabelo: Jhonny Braz

Foto: Daniela Pinheiro

Vídeo: Dário José

Assessoria de imprensa: Carola Gonzalez

Fotos: Fábio da Silva

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