Fotomix 2017

O coletivo Fotomix utilizará as redes sociais, Instagram e Facebook para as postagens da cobertura das Satyrianas 2017.

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Ih, Ah Lá!

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Ih, ah lá! – Cotidiano de um homem solitário com seu bebê em uma casa minúscula. Inspirada no filme “The Kid” de Charles Chaplin, a peça se utiliza da comédia física como linguagem e faz do grotesco sua estética. (50 min). Texto: Kire Zul e Rafael Ferreira. Direção: Rafael Ferreira. Elenco: Kire Zul. Quando: Ter, 15/11 às 17h. Onde: Espaço dos Parlapatões. 14 anos.

Fotos: Luciana Camargo

Entrevista com Phedra

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Entrevista com Phedra – O encontro entre uma diva e um jornalista em um apartamento do centro de São Paulo. Espetáculo baseado em entrevistas que a atriz Phedra D. Córdoba, homenageada nas Satyrianas 2016, concedeu ao jornalista Miguel Arcanjo Prado. (50 min). Com a assistência de direção de Lauanda Varone e Iluminação de Flávio Marciano Silva. Texto: Miguel Arcanjo Prado. Direção: Juan Manuel Tellategui. Elenco: Livia La Gatto e Raphael Garcia. Quando: Ter, 15/11 às 19h. Onde: Satyros Um. 12 anos.

Fotos: Luciana Camargo

Para assistir o vídeo produzido pela equipe do ShotsMix, com a entrevista com Miguel Arcanjo, clique aqui.

Chuva Seca

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Chuva Seca – La Femme Qui Pleure – Conta a história da vida conturbada de Dora Maar, fotógrafa surrealista e amante de Pablo Picasso. Sua vida é retratada através do movimento surrealista, que tomou corpo em um dos momentos mais perturbadores da história mundial. (50 min).
Texto: Fernanda Roman.

Direção: Eduardo Chagas.
Elenco: Fernanda Roman.
Quando: Dom, 22/11 às 18h30.
Onde: Satyros Um. 14 anos.
Fotos: Luciana Camargo

“Nepal: Uma foto por cada história”, com Daniela Agostini

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Daniela Agostini relatou sua experiência no Nepal com seu projeto fotográfico autoral, durante a palestra ministrada nas Satyrianas, no último sábado. Leia abaixo.

Nos primeiros dos 40 dias que ainda restavam na capital Nepalesa, as imagens contavam sobre o medo de estar só em um ambiente nada familiar, sobre o olhar turista de quem vê pela primeira vez a arquitetura oriental e sobre rostos que nada falavam, já que a comunicação era quase nula devido a dificuldade com o idioma. Seguiram-se assim os dias, até o momento em que perdida em alguma das tantas ruelas barulhentas de Kathmandu, um grupo de crianças repetia incansavelmente a palavra “photo” e sorria logo depois de encontrar seus rostos registrados no visor da câmera. A satisfação sentida na troca daqueles sorrisos me estimulou a buscar novos rostos, imprimir seus sorrisos e presenteá-los com fotografias. Os primeiros retratados foram mais tímidos, não entendiam meu interesse em registrá-los e normalmente não esperavam outra visita. Quando eu retornava com a foto em mãos, a timidez abria espaço à surpresa do reencontro e palavras soavam entusiasmadas ao olhar para o papel.

Foram muitos encontros e a possibilidade de novos fluía com a excitação de cada foto impressa. As histórias desses retratos ganhavam vida em cada volta ao humilde laboratório, que pedia o prazo de dois dias para entrega, pois dependia do pouco tempo que a cidade dispunha de energia elétrica. Na cama do hotel, as fotos espalhadas me contavam sobre essas novas amizades e me despertavam para um novo dia de entrega, onde o caminho, agora familiar, me levava para o interior das casas onde serviam curry apimentado e chá com leite. Entre um gole e outro, deu-se início a minha história com Maya e seus familiares, que dividiam um pequeno espaço onde as mulheres cozinhavam e os homens jogavam baralho. Na sala de paredes vazias da Asha, dividíamos noodles e chá enquanto colávamos as fotos para um mural, com retratos de todas as crianças que viviam naquele orfanato. O restaurante do Suraj me recebia no final do dia com chá de sal negro, para combate à qualquer estranhamento culinário.

Quando por curiosidade segui o menino de azul, na porta do local que logo descobri ser uma escola, crianças pulavam e pediam fotos, enquanto a professora explicava que eles nunca haviam posado para um retrato. Nesse momento percebi que o projeto fluía independente de mim.

Eu voltei ao encontro de todos eles e o retorno que concebia proximidade, marcava também o início dessas histórias. A forma que perpetuaria aquele instante me conduziu para além da cultura e o olhar íntimo e familiar passou a ser o idioma em comum.

“Nepal: Uma foto por cada história”, fala sobre a desconstrução de barreiras culturais e o olhar turista através da troca. Fala sobre relações que independem de palavras. Conta histórias sobre o tempo presente e mantêm-nas vivas até que desbote, em estantes e paredes onde cada imagem foi fixada.

Fotos Nepal: Daniela Agostini
Fotos da palestra: Luciana Camargo

Performix – Tudo de água pra você

Performix – Tudo de água pra você

É uma intervenção que tem como principal disparador a crise hídrica no Estado de São Paulo. Com roupas de banho secas e baldes coloridos vazios, “os garrafas” promovem uma nova via de comunicação sobre o tema da água.

Texto: Coletivo Garrafas Térmicas

Direção: Coletivo Garrafas Térmicas

Elenco: Ana Melquíades, Dani Marquez, Gabriel Cândido, Gabriel Edeano, Isabela Lisboa, Leleto Bonfim, Nathália Imbrizi, Tatiane Andrade, Railson Fidélis, Mariana Arantes (apoio) e artistas convidados.

Fotos: Ricardo Massaki

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DançaMix – Solo Vitor Daneau

DançaMix – Solo Vitor Daneau

Cléo de Paris ou Ö quê Você Faz Quando Está Sozinho?”- Um momento contemplando o silêncio fazendo crochê dançando e sentindo o próprio corpo no espaço. Foi pedido à atriz não representar, não falar, não cantar, nem dançar. Foi pedido à atriz não perfumar a flor e ser honesta consigo mesma. O corpo da atriz no espaço e suas infinitas possibilidades.

Fotos: Ricardo Massaki

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A Carta

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A Carta – Uma criatura solitária passa seus dias escrevendo cartas das quais ele não obtém resposta. A melancolia, o transtorno, a depressão e a solidão humana, males da era moderna, parecem se confundir com a esperança deste determinado ser que vive num jogo mecânico e padronizado de suas ações, preso em sua própria rotina, que tem na repetição frenética a automatização dos próprios sentimentos. (45 min).

Texto: Karl Valentin / Adaptação: Sarah Moreira e Caco Mattos.

Direção: Caco Mattos.

Elenco: Sarah Moreira.

Quando: Dom, 22/11 às 17h.

Onde: Espaço dos Parlapatões. Livre.

Fotos: Luciana Camargo

Big Jato

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Dramamix 21h30 – ESPECIAL “BALADA LITERÁRIA”

“Big Jato”, adaptação do livro Big Jato, de Xico Sá, por Morgana Kretzmann. A comédia conta a história de um menino e sua percepção do mundo, de dentro da boleia do caminhão de seu Pai, um limpa fossas chamado Big Jato. O enredo se passa no interior do Ceará, no Vale do Cariri, nos anos 70, e narra a passagem da criança para a vida adulta de uma maneira lúdica e bem humorada, com uma narração e uma linguagem peculiares a um menino.

Direção: Morgana Kretzmann.
Elenco: Diogo Camargos.
Fotos: Luciana Camargo