Ih, Ah Lá!

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Ih, ah lá! – Cotidiano de um homem solitário com seu bebê em uma casa minúscula. Inspirada no filme “The Kid” de Charles Chaplin, a peça se utiliza da comédia física como linguagem e faz do grotesco sua estética. (50 min). Texto: Kire Zul e Rafael Ferreira. Direção: Rafael Ferreira. Elenco: Kire Zul. Quando: Ter, 15/11 às 17h. Onde: Espaço dos Parlapatões. 14 anos.

Fotos: Luciana Camargo

Entrevista com Phedra

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Entrevista com Phedra – O encontro entre uma diva e um jornalista em um apartamento do centro de São Paulo. Espetáculo baseado em entrevistas que a atriz Phedra D. Córdoba, homenageada nas Satyrianas 2016, concedeu ao jornalista Miguel Arcanjo Prado. (50 min). Com a assistência de direção de Lauanda Varone e Iluminação de Flávio Marciano Silva. Texto: Miguel Arcanjo Prado. Direção: Juan Manuel Tellategui. Elenco: Livia La Gatto e Raphael Garcia. Quando: Ter, 15/11 às 19h. Onde: Satyros Um. 12 anos.

Fotos: Luciana Camargo

Para assistir o vídeo produzido pela equipe do ShotsMix, com a entrevista com Miguel Arcanjo, clique aqui.

Chuva Seca

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Chuva Seca – La Femme Qui Pleure – Conta a história da vida conturbada de Dora Maar, fotógrafa surrealista e amante de Pablo Picasso. Sua vida é retratada através do movimento surrealista, que tomou corpo em um dos momentos mais perturbadores da história mundial. (50 min).
Texto: Fernanda Roman.

Direção: Eduardo Chagas.
Elenco: Fernanda Roman.
Quando: Dom, 22/11 às 18h30.
Onde: Satyros Um. 14 anos.
Fotos: Luciana Camargo

“Nepal: Uma foto por cada história”, com Daniela Agostini

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Daniela Agostini relatou sua experiência no Nepal com seu projeto fotográfico autoral, durante a palestra ministrada nas Satyrianas, no último sábado. Leia abaixo.

Nos primeiros dos 40 dias que ainda restavam na capital Nepalesa, as imagens contavam sobre o medo de estar só em um ambiente nada familiar, sobre o olhar turista de quem vê pela primeira vez a arquitetura oriental e sobre rostos que nada falavam, já que a comunicação era quase nula devido a dificuldade com o idioma. Seguiram-se assim os dias, até o momento em que perdida em alguma das tantas ruelas barulhentas de Kathmandu, um grupo de crianças repetia incansavelmente a palavra “photo” e sorria logo depois de encontrar seus rostos registrados no visor da câmera. A satisfação sentida na troca daqueles sorrisos me estimulou a buscar novos rostos, imprimir seus sorrisos e presenteá-los com fotografias. Os primeiros retratados foram mais tímidos, não entendiam meu interesse em registrá-los e normalmente não esperavam outra visita. Quando eu retornava com a foto em mãos, a timidez abria espaço à surpresa do reencontro e palavras soavam entusiasmadas ao olhar para o papel.

Foram muitos encontros e a possibilidade de novos fluía com a excitação de cada foto impressa. As histórias desses retratos ganhavam vida em cada volta ao humilde laboratório, que pedia o prazo de dois dias para entrega, pois dependia do pouco tempo que a cidade dispunha de energia elétrica. Na cama do hotel, as fotos espalhadas me contavam sobre essas novas amizades e me despertavam para um novo dia de entrega, onde o caminho, agora familiar, me levava para o interior das casas onde serviam curry apimentado e chá com leite. Entre um gole e outro, deu-se início a minha história com Maya e seus familiares, que dividiam um pequeno espaço onde as mulheres cozinhavam e os homens jogavam baralho. Na sala de paredes vazias da Asha, dividíamos noodles e chá enquanto colávamos as fotos para um mural, com retratos de todas as crianças que viviam naquele orfanato. O restaurante do Suraj me recebia no final do dia com chá de sal negro, para combate à qualquer estranhamento culinário.

Quando por curiosidade segui o menino de azul, na porta do local que logo descobri ser uma escola, crianças pulavam e pediam fotos, enquanto a professora explicava que eles nunca haviam posado para um retrato. Nesse momento percebi que o projeto fluía independente de mim.

Eu voltei ao encontro de todos eles e o retorno que concebia proximidade, marcava também o início dessas histórias. A forma que perpetuaria aquele instante me conduziu para além da cultura e o olhar íntimo e familiar passou a ser o idioma em comum.

“Nepal: Uma foto por cada história”, fala sobre a desconstrução de barreiras culturais e o olhar turista através da troca. Fala sobre relações que independem de palavras. Conta histórias sobre o tempo presente e mantêm-nas vivas até que desbote, em estantes e paredes onde cada imagem foi fixada.

Fotos Nepal: Daniela Agostini
Fotos da palestra: Luciana Camargo

Performix – Tudo de água pra você

Performix – Tudo de água pra você

É uma intervenção que tem como principal disparador a crise hídrica no Estado de São Paulo. Com roupas de banho secas e baldes coloridos vazios, “os garrafas” promovem uma nova via de comunicação sobre o tema da água.

Texto: Coletivo Garrafas Térmicas

Direção: Coletivo Garrafas Térmicas

Elenco: Ana Melquíades, Dani Marquez, Gabriel Cândido, Gabriel Edeano, Isabela Lisboa, Leleto Bonfim, Nathália Imbrizi, Tatiane Andrade, Railson Fidélis, Mariana Arantes (apoio) e artistas convidados.

Fotos: Ricardo Massaki

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DançaMix – Solo Vitor Daneau

DançaMix – Solo Vitor Daneau

Cléo de Paris ou Ö quê Você Faz Quando Está Sozinho?”- Um momento contemplando o silêncio fazendo crochê dançando e sentindo o próprio corpo no espaço. Foi pedido à atriz não representar, não falar, não cantar, nem dançar. Foi pedido à atriz não perfumar a flor e ser honesta consigo mesma. O corpo da atriz no espaço e suas infinitas possibilidades.

Fotos: Ricardo Massaki

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A Carta

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A Carta – Uma criatura solitária passa seus dias escrevendo cartas das quais ele não obtém resposta. A melancolia, o transtorno, a depressão e a solidão humana, males da era moderna, parecem se confundir com a esperança deste determinado ser que vive num jogo mecânico e padronizado de suas ações, preso em sua própria rotina, que tem na repetição frenética a automatização dos próprios sentimentos. (45 min).

Texto: Karl Valentin / Adaptação: Sarah Moreira e Caco Mattos.

Direção: Caco Mattos.

Elenco: Sarah Moreira.

Quando: Dom, 22/11 às 17h.

Onde: Espaço dos Parlapatões. Livre.

Fotos: Luciana Camargo

Big Jato

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Dramamix 21h30 – ESPECIAL “BALADA LITERÁRIA”

“Big Jato”, adaptação do livro Big Jato, de Xico Sá, por Morgana Kretzmann. A comédia conta a história de um menino e sua percepção do mundo, de dentro da boleia do caminhão de seu Pai, um limpa fossas chamado Big Jato. O enredo se passa no interior do Ceará, no Vale do Cariri, nos anos 70, e narra a passagem da criança para a vida adulta de uma maneira lúdica e bem humorada, com uma narração e uma linguagem peculiares a um menino.

Direção: Morgana Kretzmann.
Elenco: Diogo Camargos.
Fotos: Luciana Camargo

Juliette

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Juliette – O espetáculo integra a Tetralogia Libertina, no enredo, Juliette é uma heroína libertina que experimenta uma vida repleta de depravação. A montagem aborda de forma não cronológica a vida da personagem e discute o papel da mulher na sociedade contemporânea. (90 min). Texto: Rodolfo García Vázquez e Nina Nóbile, a partir da obra de Marquês de Sade.
Direção: Rodolfo García Vázquez.
Elenco: André Louis, Billy Eustáquio, Cristian Silva, Daiane Brito, Débora Cruz, Diego Ribeiro, Eric Barros, Evandro Roque, Fernando Soares, Flavio Sales, Hanna Perez, Janaína Arruda, Lenin Cattai, Lucas Allmeida, Marcelo Thomaz, Sabrina Denobile, Silvio Eduardo, Stephane Sousa.
Quando: Qui, 19/11 às 23h59h.
Onde: Estação Satyros. 18 anos.

Fotos: Luciana Camargo